quarta-feira, 15 de maio de 2013

- Solidão, ódio e desespero -



Você nunca entenderia a minha solidão.
Você nunca entenderia o meu ódio.
Você nunca entenderia o meu desespero.

Ninguém nesse mundo entenderia como foi que ela me matou.
Ela pisou em mim como ninguém jamais o fez.
Ao mesmo tempo que ela me ergueu, ela também me derrubou.
Assim como Lúcifer caiu, eu também caí com estupidez.

Solidão agora se tornou o meu nome.
Ódio se tornou o sentimento que me move.
Desespero agora é o meu lema.

Cada abraço que ela me deu um dia.
Só mostrou o quanto ela desejou me enganar.
Cada sorriso que ela esboçou enquanto ria.
Só mostrou o desejo insano dela de me usar.

A solidão me envolve com um abraço gelado como a morte.
Por outro lado, o ódio me consome com um calor infernal.
Mas apenas o meu desespero me trás a brisa da indiferença.

Mas dessa vez, eu tenho certeza, ela não irá mais me destruir!
Não me permitirei cair nas grandiosas mentiras dela.
Pois dessa vez, não importa o quanto ela tente, ela não irá conseguir!
Pois através dos meus olhos das trevas, eu posso ver a sua balela!

Minha doce solidão me despertou das mentiras.
Meu nobre ódio me ergueu contra as mentiras.
Meu gentil desespero me fez escapar das mentiras.

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